20 de abr de 2013

Top 10 Just for a change

Eles deveriam ser os caras maus, mas...

Vampiro, zumbis, lobisomens, nefilins, metamorfos, os protagonistas dos filmes de terror estão mudando de lado e não é de agora não. Ao invés de aterrorizar e destruir estão salvando o dia e se apaixonando - de modo saudável - pela garota.
E estes são meus favoritos:

R/zumbi: “Será que um dia vou conseguir explicar o quão segura ela está comigo? Não posso negar que esta proximidade desperta em mim mais do que apenas os instintos familiares de matar e comer. Mas mesmo com estes novos desejos dentro de mim, e alguns deles ficando bem intensos, tudo que quero agora é ficar apenas deitado ao lado dela.” (Sangue quente)

Patch/nefilim: “Vamos para o carro,” Patch disse. Ele me puxou para cima, e eu enlacei meus braços ao redor do seu pescoço e enterrei meu rosto nele.
“Acho que vou passar mal,” eu disse. O mundo inclinou-se, incluindo Patch. “Eu preciso das minhas pílulas de ferro.” “Shh,” ele disse, me segurando contra ele. “Vai ficar tudo bem. Estou aqui agora.” Eu consegui assentir um pouquinho. “Vamos sair daqui.”(Hush hush)

Lucius/vampiro: "Você irão aprender mais sobre mim no tempo certo", Lucius disse. Havia um tom de frustração em sua voz, e eu não fazia ideia do por que. Mas isso me assustou de novo. "Isso e uma promessa", ele completou, me olhando diretamente nos olhos. "Uma promessa."(Como se livrar de um vampiro apaixonado)

Jesse/fantasma: "Você nunca respondeu a minha pergunta," ele disse, numa voz tão suave quanto o luar. "As pessoas do século 21 ainda dançam?" Meu coração batia como um trovão, muito mais alto que a música lenta que tocava. "Um," eu disse, mal podendo engolir porque minha garganta estava muito seca. "As vezes." "Que tal agora?" ele perguntou. E então seus braços fortes circularam a minha cintura, e eu senti sua respiração suave na minha bochecha enquanto ele sussurrava meu nome: "Susannah. Susannah..."(A mediadora)

Cal/feiticeiro: “Ele estendeu a mão, em concha na minha cara, e trouxe seus lábios nos meus. Fiquei tão chocada que eu literalmente congelei no lugar, uma mão pairando no ar ao lado do ombro de Cal. O beijo foi breve, apenas um pouco longo demais para ser considerado casto, mas quando ele se afastou tudo que eu podia fazer era olhar para ele, boquiaberta. Ele correu o polegar sobre meu lábio inferior, enviando uma enxurrada de pequenas faíscas através de mim. — Adeus, Sophie.” (Hex Hall)

Sam/metamorfo: “Minha vida metade lobo é parte de mim agora, é difícil imaginar viver sem isso.”
“De uma maneira boa ou ruim?” Sam olhou para mim, seus olhos amarelos me pegando e segurando. 
“Sinto falta de ser eu. Sinto falta de você. O tempo todo.” Eu baixei meus olhos para minhas mãos.
 “Agora você não sente.”(Calafrio)

Vicent/revernant: “― Você sabe o que eu sou, Kate. Ou pelo menos sabe o básico.
Assenti com a cabeça, me perguntando o que poderia possivelmente vir depois.
― O problema é... Quero chegar a conhecer você. Tenho um sentimento em relação a você que não tenho há muito, muito tempo. Mas ser o que sou torna as coisas ― fez uma pausa ―, complicadas.” (Die for me)

Austin/lobisomem: “Tenho saudades da minha também, mas, além disso.” Ele apertou minha mão novamente, só que desta vez, ao invés da sensação de borboletas no estômago, senti um calor espalhar por todo meu corpo. Austin me puxou um pouco mais para perto, até que minha cabeça estava quase encostada em seu ombro e disse baixinho, "Seus segredos estão seguros comigo. Quer dizer, a menos que você esteja planejando em fugir e gritar 'Lobisomem! Neste momento.”(Nunca chores lobisomem)

Malcon/changeling: “Era assim que o jogo funcionava e, ao embarcar nele, o mais importante era permanecer fora de vista. Tudo o mais era secundário. Não havia como consertar o que eu fizera, não era possível voltar atrás, porque era apenas eu.
— Sinto muito — falei para o céu pálido e chuvoso, para a grama e para a árvore. Para o estacionamento vazio e para as minhas próprias mãos trêmulas.” (O Substituto)

John/alien: Estamos no quintal, afastados por uns cinco metros, de frente um para o outro. 
— Hoje não estou disposto, realmente — digo.
— Eu sei que não, mas temos que praticar assim mesmo. Eu suspiro e olho para o relógio. São quatro horas da tarde. — Sarah vai chegar às seis.
— Eu sei — Henri responde. — Por isso precisamos nos apressar. Ele segura uma bola de tênis em cada mão. 
— Está pronto? — pergunta. 
— Nunca estive mais. (Eu sou o nº 4)
Bom, espero que tenha gostado...e se por acaso ficou curioso(a) leiam o livro. Vale a pena conferir!

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